13 de jun. de 2009

PROFILE (Portfólio)

Nome: Alcione Rodrigues da Silva

Graduação: Letras-Licenciatura

Pós-Graduação: Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa

Local de Trabalho: Escola de Paulista

Pólo: Escola de Paulista

Número de Alunos: 19

Conteúdo utilizado no 1º semestre: TP 3, TP 4, TP 5

Início do projeto: 16/04/2009

Conteúdo previsto para o 2º semestre: TP 1, TP 2, TP 6

12 de jun. de 2009

Relatório - Oficina 6 TP 3 e oficina livre

No dia 28 de maio, foi o nosso terceiro encontro do Gestar II. Iniciamos a oficina com o Texto "Mudança"de Clarice Lispector http://www.artelivre.net/html/literatura/al_literatura_clarice_lispector.htm, foi um momento muito significativo, pois foram feitas várias reflexões sobre a necessidade que cada pessoa tem de buscar novos horizontes, novas técnicas ou até mesmo recomeçar.
Os professores estão entusiasmado com os procedimentos e técnicas utilizadas nos encontros. Eles alegaram que estavam realmente precisando de algo novo que viesse dar novo estímulo em suas práticas pedagógicas.
Para dar continuidade a nossa oficina, utilizei um slide produzido pela professora Silvania (Afogados da Ingazeira) com o poema "Cidadezinha Qualquer" de Carlos Drummond de Andrade, através do qual incentivei alguns questionamentos que foram bem aceitos pelos professores. A partir desse texto relembramos os conteúdos estudados nas unidades 11 e 12 da TP 3. Uma professora apresentou dúvidas sobre sequências tipológicas existentes no texto. Além da minha explicação, houve um professor que também colaborou para o entendimento da colega.
A crônica "Recado ao Senhor 903" - Rubem Alves - foi usado com o objetivo de identificar os tipos textuais existentes, como também sua função social.
Após a leitura, foi utilizada uma grade de sequências, conforme está na TP 3. Para a realização dessa atividade foram criados quatro grupos, que ao término da atividade expressaram suas conclusões. Percebi que alguns professores demonstraram uma certa insegurança ao identificar as sequências tipológicas e procurei esclarecer suas dúvidas, o que foi louvável, pois uma professora falou que seus conhecimentos em relação as estruturas do texto e, principalmente gêneros textuais, eram poucos e que participar do Gestar II foi realmente um "bom negócio" pois a mesma relatou que no início ela rejeitou a ideia de participar, mas foi convencida pela amiga e que agora está percebendo a necessidade que o profissional tem em estar sempre em formação.
Os professores estão questionando que o tempo dado entre as oficinas não está favorecendo a aplicação do avançando na prática, porque exige uma certa atenção e que estão preocupados com as exigências que o novo diário de classe vem apresentando. Aqui em Pernambuco houve mudanças no modelo dos diários e um grande número de professores ainda não se familiarizaram. Porém, conversamos sobre a importância de planejar todas as atividades.
Apesar do tempo restrito, os professores estão se comprometendo com o curso (alegam que o conteúdo é rico e necessário para a formação do docente). Todos estão envolvidos com as atividades e também houve exposição do esboço de alguns projetos. Finalmente avaliamos o encontro.
Alcione Rodrigues
Formadora.

Relatório - Oficina 5

No dia 5 de maio foi realizada a oficina 5 da TP 3.

Fizemos no inicio uma reflexão sobre o texto "O grupo é assim" - autor desconhecido. Os professores puderam, nesse momento, refletir sobre a importância do trabalho em grupo. Foi feito, logo após, uma pequena síntese dos assuntos que foram abordados nas unidades 9 e 10 (TP 3). Foram levantados alguns questionamentos sobre a diferença entre tipos e gêneros textuais. "Analisar gênero é a mesma coisa que analisar texto?" Foi também um questionamento levantado por uma professora. Mas, esclareci as dúvidas levantadas.
Durante o momento da exposição das atividades desenvolvidas pelos cursistas em suas salas de aula, cada um apresentou suas experiências. Muitos ficaram surpresos com o desempenho dos seus alunos ao desenvolverem as atividades solicitadas. Essas experiências foram colocadas de uma maneira tão simples que todos os cursistas conseguiram expor seus relatos sem timidez.
Esse momento foi realmente muito rico. Pois, durante essa troca de experiência, alguns professores também apresentaram as dificuldades que encontraram em sala de aula. Uns, devido a indisciplina e desinteresse por parte de alguns alunos, e outros pela falta de estrutura das escolas que lecionam. Entretanto, outro grupo de professores já os incentivavam a perseverarem, pois segundo um professor da turma, é o nosso desafio.
Os professores preferiram trabalhar com seus alunos a Literatura de Cordel, pois gostaram de uma dinâmica que foi desenvolvida por eles durante o estudo das unidades 9 e 10: foi lido o cordel "O arcebispo e o cramulhão" de Miguezim de Princesa http://http//www.grupos.com.br/group/movimentoptrn/Messages.html?action=message&id=1236784598595922&year=09&month=3 e, logo após, cada grupo criou um cordel a partir de uma notícia de jornal (notícia diferenciada para cada grupo).
Cada professor trabalhou com suas turmas. Alguns relataram que devido ao acúmulo de atividades resolveram escolher apenas uma turma para desenvolver as atividades. Durante o relato das experiências foi levantada uma discussão porque uma professora falou que embora sabendo da riqueza que tem a literatura de cordel, ela não se sentia bem em trabalhá-la, pois não gostava muito desse gênero. Foi quando duas professoras disseram que esse tipo de rejeição é uma espécie de preconceito que algumas pessoas ainda alimentam em relação ao cordel, considerando-o sem valor. Ficou bastante claro, a partir da exposição das duas professoras que outros professores tinham o mesmo ponto de vista em relação ao cordel. Mas, o argumento das professoras foi colocado de uma maneira que convenceu à todos, e os professores que antes o rejeitava assumiram o compromisso de pesquisar mais sobre o cordel e perceberam também que seus alunos realmente gostaram de produzí-lo porque eles narraram temas do seu cotidiano.
Após esse momento, os professores dividiram-se em grupos e a partir do texto "O grupo é assim", que foi lido no inicio da oficina, criaram três tipos de gêneros cada um (fábula, bula de remédio e paródia). A apresentação dos trabalhos foi um momento muito divertido.
Foram recolhidos os portfólios e alguns professores fizeram leitura do memorial que já havia sido solicitado.
Finalizamos a oficina com a avaliação do encontro.
Alcione Rodrigues
Formadora



Gênero Bula
GENTILEX 350 mg





COMPOSIÇÃO:Diversidade de gênero 80 mgTimidez 40 mg
Agressividade 10 mg
Amor maternal e filial 120 mg
União 100 mg


INDICAÇÃO:Indicado para solidão crônica, agressividade exagerada, timidez contundente, apatia, depressão e fobias generalizadas.

CONTRA-INDICAÇÃO:Contra indicado para pessoas hiperativas.

REAÇÕES ADVERSAS:
Ocasionalmente pode ocorrer vertigem por excesso de felicidade e crise de riso constante.

POSOLOGIA:
01(um) comprimido a cada sete dias.

ATENÇÃO:
Manter fora do alcance das crianças e pessoas com mais de 100(cem) anos.


EQUIPE 1 – Aldenice, Débora, Lidia, Helena, Marcos, Sueli

PARÓDIA (O grupo é assim)

Gente que é gente
E que não sabe que o professor é gente
Como a gente
Com tempo pra estudar, trabalhar e ser decente
Professores sofridos e lisos
Doutores e PHDs
Tem aquele que reclama de tudo
Tem aquele que resolve de vez.
E o sistema vai empurrando
Mudando a vida da gente
Ajeitando, presenteando
Pra deixar o mestre contente
Uma coisa a gente sabe
Que o presente favoreceu
Fez rir, deixou alegre mas o problema não resolveu
Porque quase tudo depende dos eus
Que ofício danado, que vivência sem voz
O gestor e o professor se atracam
Mas depois eles se entendem e se falam
Para desatar todos os nóis.

Oficina Introdutória

No dia 16 de abril de 2009, foi iniciado o Gestar II aqui no polo Escola de Paulista - no município de Paulista (GRE - METRO - NORTE). Realizei duas oficinas introdutórias no período de 8 horas. Na nossa GRE temos cinco polos de Língua Portuguesa e sete formadores. Cada formador fez suas oficinas em seus polos.Iniciei com a presença de professores que a partir desse momento tomaram conhecimento sobre a finalidade e os fundamentos do Gestar II. Contei com a participação da coordenadora pedagógica Angélica Macedo, que juntas apresentamos toda a proposta e o funcionamento do Gestar II.No primeiro momento, apresentei um texto para reflexão "Validação" sugerido pela equipe de formadores em reunião prévia. Logo após esse momento de acolhida, houve a apresentação dos professores cursistas e cada um pode falar das suas expectativas.Para apresentar o material que será utilizado durante o curso, expus um slide e fiz a explanação sobre o conteúdo das TPs e os AAAs (professor e aluno). Nesse power point, foi apresentado o objetivo geral do programa e sua proposta pedagógica. Houve nesse momento, alguns questionamentos feitos pelos professores cursistas, principalmente, sobre a organização dos horários de suas aulas.Logo após , houve a distribuição dos quites e análise dos mesmos. Percebi que muitos gostaram. Expliquei o funcionamento das oficinas. Alguns professores questionaram sobre como utilizar o material do Gestar II em sala de aula, adequando-o ao seu planejamento pedagógico.Consegui explicar tirando todas as dúvidas.No período da tarde,iniciei com um novo texto, A Moça Tecelã, de Clarice Lispector e esse momento foi realmente riquíssimo, pois muitos professores que durante o período da manhã estavam mais tímidos, conseguiram fazer suas explanações. Na minha turma participaram 19 professores cursistas.Após esse momento de reflexão, utilizamos a TP 3 e conversamos sobre os gêneros textuais, para isso, fiz uso novamente de slides. Percebi que para alguns professores cursistas o conteúdo era novo e gostaram bastante. Junto aos professores cursistas foi marcado um momento para lanche. Logo eles foram informados sobre os portfólios e também o projeto pedagógico.Finalizamos com uma mensagem em power point "A parábola das rãs" e sugeri uma breve avaliação do encontro.
Alcione Rodrigues
Formadora