5 de set. de 2009

Oficina 09 - TP5

Antes de iniciar a oficina nº09 da TP5 em que estudamos as unidades 17 e 18, conversamos sobre o avançando na prática que cada cursista trabalhou com seus alunos em sala de aula.
Para começar os trabalhos a sala foi dividida em três grupos. Cada equipe recebeu um texto diferente,escrito de forma desorganizada. As equipes teriam então,que organizar as idéias e reescrever o texto de forma coerente.
Foi uma atividade bastante interessante, pois embora parecesse fácil, aos poucos, os professores foram percebendo que a mesma necessitava de uma atenção especial para que o texto não apresentasse erro de coerência.
Ao terminar a oficina fizemos uma avaliação da atividade proposta que foi bem aceita por todos que a achou bastante interessante.Depois da avaliação entreguei aos cursistas outros textos para apreciação e expliquei também que poderiam aplicar a mesma atividade com seus alunos.
Numa conversa final, que geralmente tenho com a turma, alguns professores queixaram-se da quantidade de atividade, pois arguiram a falta de tempo, já que alguns estão cursando a pós-graduação. Devido esses questionamentos mostrei para o grupo o quanto é importante a formação para nós professores e como somos uma turma coesa, um colega ajuda o outro e assim vamos caminhando.


Exemplo de um dos textos trabalhados em grupo
Grupo 4


Os fragmentos seguintes tratam de cinco cenas diferentes, que compõem uma história. Enumere os fragmentos na seqüência que você julgar correta e depois copie o texto na seqüência obtida.
Agradecida, nada! A cobra, já recuperada, recebeu o homem de bote armado, em atitude tão ameaçadora que ele exclamou:
— Ah, é assim que Você paga o bem que te fiz? Então espera só pra ver...
Tomou a cobra nas mãos, conchegou—a ao peito e trouxe—a para casa. Lá pôs a cobra perto do fogão.
— Fica aqui em paz até que eu volte do serviço à noite. Então te darei um ratinho para comer.
E saiu.
Um dia, certo homem de bom coração encontrou na estrada uma cobra tremendo de frio.
— Coitadinha! Se fica por aqui ao relento, morre gelada.
E a matou com uma paulada.
De noite, ao regressar, veio pelo caminho imaginando como a cobra estaria alegre.
— Coitadinha! Vai ficar tão agradecida...
(Adaptação de O homem e a cobra, em Fábulas, de Monteiro Lobato)

Alcione Rodrigues - Formadora


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